quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Telefônica é condenada por erro na conta e desembargador ironiza com "kkkkkkk"



 Desembargador Ruy Coppola


A Telefônica tem certeza de que alguém usou internet na casa de José da Cruz Filho, em São Vicente, no litoral paulista, em 2008, embora o primeiro computador só tenha aparecido por lá em 2013. Com isso, desde 2009 a família briga na Justiça para não ter de pagar os R$ 83,50 cobrados pela empresa.


Em casos como esses, é dever da empresa provar que a cobrança está certa, e não do cliente de que ela está errada. Isso se chama inversão do ônus da prova, no linguajar jurídico convencional.
Só que as operadoras de telefonia mandam às favas esse princípio – “TODAS ELAS”, escreveu assim, em letras maiúsculas, o desembargador Ruy Coppola, da 3ª Câmara Extraordinária de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), ao julgar o caso de seu José. Incomodado, o magistrado resolveu mandar o linguajar jurídico convencional para o mesmo lugar.
Ao ler os argumentos da Telefônica de que não havia erros na cobrança, e que “o grau de confiabilidade” dos registros era de “praticamente 100%”, Coppola relatou na decisão ter “caído da cadeira, de tanto rir”.
“Qualquer usuário de rede social, se escrevesse isso, logo em seguida viria um ‘kkkkkkk’”, escreveu o magistrado. “E os minutos utilizados para internet por quem não tem computador? nenhuma palavra (...)”

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Dois anos após o desastre de Fukushima, Japão inaugura sua maior usina de energia solar




A Kyocera, empresa japonesa de eletrônicos, inaugurou neste mês a maior usina solar do país asiático. A instalação pode fornecer energia para 22.000 lares – e, o que deve ser o mais importante, ela não corre o risco de derreter, ferir trabalhadores ou espalhar água radioativa no Oceano Pacífico.

A usina tem um nome bem imponente – Mega Usina de Energia Solar Kagoshima Nanatsujima – e localiza-se em uma enseada no extremo sul do Japão, o que significa que é bastante segura mesmo em maeçaas de tempestades e tsunamis – embora esteja nas sombras de Sakurajima, um vulcão ativo. Mas não importa o que aconteça ao longo das próximas décadas, Nanatsujima não representa quase nenhuma ameaça para as comunidades próximas.

Como fazer macarrão no iPhone

Se você não tem fogão em casa, mas tem uns 3 ou 4 iPhones, tá aí uma boa dica.

Aplicativo que gera mensagens aleatórias pra Facebook é a nova sensação

 



Um aplicativo que gera frases aleatórias para postar no Facebook está virando febre na rede social. O app What Would I Say usa as postagens passadas de cada usuário, gerando automaticamente uma atualização de status baseado no que já foi escrito no Facebook - algumas engraçadas, outras sem sentido.
O aplicativo foi criado por um grupo de estudantes de pós-graduação na Universidade de Princeton em um hackaton durante o fim de semana. Ugne Klibaite, estudante no programa de Biologia Quantitativa e Computacional da universidade, afirmou à revista The New Yorker que a ideia surgiu a partir da necessidade de criar algo divertido em um dia e meio.

"Isto foi apenas diversão", afirmou Klibaite. "Nunca pensei que iria chegar mais longe do que o lançamento no Hackathon e aos nossos amigos no Facebook", disse. O sucesso que o aplicativo alcançou foi tanto que os criadores adicionaram nesta terça-feira um link direto para que os usuários façam doações Às vítimas do terremoto nas Filipinas.
Para acessar o app, o usuário precisa dar acesso às suas informações no Facebook, como perfil público, lista de amigos, postagens e fotos. Os criadores garantem que não armazenam as informações do usuário. "Na verdade, nós sequer temos um banco de dados", diz um aviso no site, garantindo que apenas o navegador tem acesso ao histórico de postagens.


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